Osuperintendente da Corsan/Aegea, Lutero Cassolesteve na Sessão daCâmara de Vereadoresda segunda-feira para tratar sobre os serviços, investimentos e projetos para Farroupilha no que tange o tratamento de esgoto na cidade.
Com a capacidade de tratar 35 litros por segundo de esgoto, a ETE do bairro Santa Catarina atualmente atende cerca de 400 residências, o que equivale a cerca de 2% das ligações que a empresa tem na cidade quando comparada com a distribuição de água, que chega a 18 mil hidrômetros cadastrados.
A empresa projeta alcançar para 2028 uma abrangência de 35% de esgotamento tratado na área urbana de Farroupilha, e para 2033, 90% – conforme prevê o marco regulatório de saneamento básico. Cassol explicou que os desafios encontrados pela Corsan/Aegea é o aspecto do solo. Farroupilha possui muitas rochas o que dificulta o processo de canalização e conexão junto as residências.
Os vereadores também questionaram sobre a soleira negativa (quando o imóvel está abaixo no nível da rede de esgoto), tarifas de cobrança, tarifas sociais e possibilidade ampliação da ETE.
Cassol esclareceu que não será cobrado de moradores que se enquadram nas regiões de soleiras negativas, até que haja um entendimento entre poderes públicos, cidadãos e empresa, a respeito deste investimento; o consumo de esgoto tem como medida 70% do metro cúbico da água recebida, e que também haverá tarifa social na cobrança deste serviço. A ETE do Santa Catarina possui estrutura para ampliação fabril quando necessário, devendo ser a única Estação do município.
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