AAssociação Farroupilhense de Proteção ao Ambiente Natural (AFAPAN)realiza neste sábado, 13 de dezembro, mais uma etapa doProjeto Regenera Mata Atlântica– Casa Comum Pãnónh Mág, com o plantio de árvores frutíferas e nativas naAldeia Indígena Pón Nónh Mág,localizada emFarroupilha.
O “Projeto Regenera Mata Atlântica” é um termo que engloba diversas iniciativas e ações voltadas à restauração e conservação da floresta nativa, com foco na recuperação de áreas degradadas e de seus serviços ecossistêmicos. Ele não se limita a um único programa, mas reúne esforços distintos que buscam regenerar a Mata Atlântica e fortalecer práticas sustentáveis em territórios tradicionais e urbanos.
Segundo opresidente da AFAPAN, José Pancotto,a iniciativa em Farroupilha objetiva restaurar a mata nativa da comunidade Kaingang, substituindo espécies exóticas invasoras por plantas típicas da Mata Atlântica e espécies frutíferas. Além da recuperação ambiental, o projeto prevê a construção de um centro comunitário para fortalecer a cultura, a convivência e a organização social da aldeia.
O Regenera Mata Atlântica – Casa Comum Pãnónh Mág foi um dos 17 projetos selecionados no Rio Grande do Sul pela Teia da Sociobiodiversidade, iniciativa do Fundo Casa Socioambiental em parceria com o Fundo Caixa, que apoia ações de conservação, restauração e fortalecimento das comunidades tradicionais.
Antes do plantio, já foram realizadas etapas de diagnóstico e manejo da área, incluindo o censo das espécies, verificação ambiental, corte de plantas exóticas invasoras e oficina sobre técnicas de manejo e de substituição dessas plantas por nativas da Mata Atlântica. A comunidade também participou de ações de separação e reciclagem de resíduos.
As próximas fases do projeto seguem em desenvolvimento, com acompanhamento contínuo das ações de restauração e fortalecimento comunitário na Pãnónh Mág.
Acompanhe as etapas do Regenera Mata Atlântica, integrante da Teia da Sociobiodiversidade e contemplado pelo Fundo Caixa.
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