Tornar o aprendizado mais envolvente e divertido, estimulando o raciocínio lógico, o pensamento estratégico e o trabalho em equipe é o que propõe oClube do RPG e board gamesdoColégio Madre Imilda, destinado para os estudantes do 6º ao Ensino Médio. Os encontros ocorrem na 2ª sexta-feira do mês, das 13h15min às 17h15min, na Biblioteca.
O RPG (Role Playing Game)consiste em um “jogo de interpretação de papéis” em que os participantes assumem o papel de heróis, combinando teatro, improvisação e estratégias, geralmente em um mundo imersivo com uma narrativa envolvente. Esse tipo de jogo surgiu nos Estados Unidos, na década de 1970, inspirado na literatura de ‘O Senhor dos Anéis” e no jogo WAR. A forma mais tradicional utiliza tabuleiros, dados e mapas se consolidando como uma ferramenta pedagógica, usada por escolas do mundo todo.

Foto: Margô Segat/divulgação
O jogo possibilita inserir os conteúdos escolares na aventura, seja no cenário, na temática ou mesmo nas situações-problema que precisam ser resolvidas. Oprofessor de História e Geografia, Rodrigo Oliveira, explica que os estudantes vão participar de jogos inspirados em todas as áreas do conhecimento. A abordagem lúdica facilita a compreensão de conceitos complexos, aumentando o interesse e o desempenho dos estudantes. Além disso, estimula a criatividade, desenvolve habilidades de resolução de problemas e pensamento estratégico de forma prática e interativa.

Foto: Margô Segat/divulgação
O primeiro encontro teve a participação de 14 estudantes, dentre eles,Matheus Gomes de Almeida, da 1ª série do Ensino Médio. Ele começou a jogar há pelo menos três anos com os seus amigos, todos conhecidos no colégio. A experiência já o habilita a ser o “mestre da mesa” e a criar o enredo das histórias para os jogos semanais. “Para mim o RPG exige lógica para montar uma estratégia eficaz, ajuda asocializar, despertar capacidades intelectuais, criatividade e habilidade em atuação”.Estou gostando da experiência coordenada pelo mestre Rodrigo porque não costumo jogar RPG Quest.

Foto: Margô Segat/divulgação
Outro diferencial é que os jogadores são de idades diversas, acredito que vamos nos divertir e agregar muito conhecimento”. ParaLaura Venz, do 7º ano do Ensino Fundamental, tudo é novidade. Ela se inscreveu por indicação das colegas e está achando divertido criar o seu personagem. “A experiência é dinâmica e desperta a criatividade, faz pensar e ainda convivo com outros estudantes”.
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